
Exibições audiovisuais dos documentários Letras que Flutuam e Marajó das Letras, seguidas de debates com especialistas e mestres locais.



Oficinas abertas ao público sobre técnicas tradicionais e inovações na abertura de letras.

Formações e treinamentos em gestão, produção e prospecção de projetos culturais para os artistas.

O objetivo do projeto foi promover um conjunto de ações que fortaleçam a prática tradicional da abertura de letras em embarcações amazônicas, contribuindo para sua valorização, difusão e sustentabilidade.
O ciclo de atividades contou com a geração de 45 empregos diretos e 20 indiretos, envolvendo artistas, produtores, comunicadores, educadores, técnicos, prestadores de serviço e profissionais de acessibilidade.

Dois encontros de artistas abridores de letras, com foco em estratégias de fortalecimento do mercado e das perspectivas futuras da arte.


Exposição final com produtos, conteúdos e imagens produzidos ao longo das atividades.


Mapeamento e registro de abridores de letras nos municípios de Santarém e Óbidos, no Baixo Amazonas.

Equipe principal
Coordenação geral
Fernanda Martins
Produtora executiva
Tainah Fagundes
Comunicação
Samia Batista
Assessoria de Imprensa
Gil Sóter
Fotógrafo/ videomaker
Marcelo Rodrigues
Redes sociais
Pedro Tobias
Web Design e digital
Raissa Araujo
Direção de Arte
Raffael Regis
Redação
Isabela Maciel
UX/UI
Alice Damasceno
Assistente de Produção
Thiago Gomes
Assistente de Produção
Kauê Fagundes
Assistente de Produção
Juan Cabral

